Tenho construído um hábito muito gostoso de escrever e executar algumas tarefas propostas por um livro chamado Um compromisso por dia. Hoje ele traz a reflexão do título, questionando a minha confiança na vida. Podia responder de tantas maneiras diferentes, mas foi o texto abaixo que eu escolhi escrever ali, nas tantas linhas que ganhei para anotar as minhas impressões nesse 17º dia, um sábado que começou de sol e vai armando uma chuva gostosa, como a demonstrar tão pequenos que somos diante do todo, do universo, do ritmo da vida. Hoje é dia de descansar, de sentir-se vivo, de abraçar os amigos, de sentir o vento do tempo no rosto, ouvir e dizer “amo você”, de ser grato por estar presente agora – afinal, um bom dia para o compromisso que se me impõe.

Não consigo senão confiar na vida, no arranjo misterioso dos acontecimentos, no ritmo acertado dos dias, no passeio que fazem as pessoas que entram e saem do nosso pequeno palco, no processo da vida, no acaso dos encontros, na beleza dos sorrisos e do laço entre duas pessoas, na grandeza do nosso entorno, no privilégio de viver as nossas escolhas, no amor sem condições… Eu confio na vida. Confio no presente que me foi dado e que eu tenho o grato compromisso de cuidar por todos e cada um dos meus dias!

PS.: Achei a foto que ilustra esse texto no acaso do Google Images, procurando por “trust life“. Caí num texto do Mission.org (que eu não conhecia), com o título “How To Release Your Expectations And Trust In The Process Of Life“, que fechava com um lembrete importante:

To live a remarkable life, it is vital you take consistent action in spite of your fears and doubts