Os manos, Bala na Cara, Antibala, Os abertos, Primeiro Grupo Catarinense (PGC), Primeiro Comando do Paraná, Ferro-velho, Primeiro Comando da Capital (PCC), Comando Vermelho (CV), Terceiro Comando (TC), Amigo dos Amigos (ADA), Terceiro Comando Puro, Família do Norte (FDN), Primeiro Comando do Maranhão, Bonde dos 40, Sindicato do Crime (SDC), Al-Qaeda e Estados Unidos.

Alguns nomes são mais conhecidos, outros você só deve ter visto agora. São as principais facções que disputam o poder e travam uma guerra a partir de presídios brasileiros. Na semana em que 56 presidiários foram assassinados na pior chachina desde o Carandiru, em 1992, o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, preparou um mapa com a divisão dos grupos pelo país. Embora apenas alguns Estados apareçam – não por acaso a maioria está em regiões de fronteiras delicadas – esses grupos se espalham por todo o Brasil.

O PCC tem integrantes ou apoiadores em 22 Estados brasileiros e a guerra contra o CV em Manaus é mais um capítulo do fim de uma antiga parceria entre aliados. O perfil empresarial do grupo paulista contrastou com o estilo informal dos cariocas que medem forças derramando sangue. — Zero Hora

Para ver o mapa interativo e ler mais sobre as facções, acesse o site do Zero Hora. E para quem gosta de gráficos, o Nexo Jornal preparou um material bem bacana sobre o assunto com dados do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, do World Prison Brief 2016, do Conselho Nacional de Justiça e do IBGE. O site publicará, ao longo das próximas semanas, “uma série de gráficos sobre o sistema prisional no Brasil e no mundo”.

País teve crescimento de 483% de sua população de detentos desde 1990. Além disso, todos os Estados contam com mais gente do que o previsto nas cadeias — Nexo Jornal

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