Gostaria de ter o tempo para escrever um texto mais longo, como o assunto merece, mas estou – como se pode imaginar – na maior das correrias. Por isso, deixo apenas um post que escrevi, no Radar Global, o blog da Internacional do Estadão.com.br, com uma linha do tempo desde que o soldado israelense Guilad Shalit foi capturado pelo Hamas, em junho de 2006, há exatos 1934 dias: PARA LEMBRAR: A captura de Guilad Shalit. Também no Estadão fizemos um “tópico”, uma página que reúne material sobre a cobertura.

Guilad Shalit

Em tempo, deixo também alguns textos que escrevi, em blogs (neste e em outros) e na imprensa brasileira sobre o assunto. Quando as coisas acalmarem, volto a escrever a respeito. Espero que não demore. Há também um áudio feito para a RFI em 2006, semanas após a captura de Shalit. Até lá, deixo apenas um comentário: fazia tempo que eu não via israelenses e palestinos comemorando de forma tão intensa um mesmo fato. As fotos, por aí, explicam.

Os textos dos blogs: Shalits: de pais a figuras de mídiaO Príncipe Verde (ambos de setembro de 2010) e “Sou apenas o pai de um soldado capturado” (agosto de 2010). No portal Terra, publiquei: Noam Shalit faz apelo ao povo palestino às vésperas do Ramadã (agosto de 2010) e Brasileiros querem ajuda de Lula para libertar soldado israelense (setembro de 2010).

Atualização: Falei sobre o assunto ao vivo na Rádio Estadão ESPN: Soldado israelense é libertado após 5 anos em poder do Hamas. Na conversa com os âncoras do programa matutino da rádio, fiz uma análise sobre o que pode significar para o Oriente Médio a libertação do soldado.

Em tempo: adoto no blog a grafia “Guilad Shalit” para o nome do israelense. No hebraico, a letra “guimel” tem o mesmo som do nosso gui ou gue. Parte da imprensa brasileira adota a grafia “Gilad Shalit”, mas isso pode gerar confusão na leitura – o nome começa com Gui e não Gi

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