Hoje é á o oitavo dia de conflitos e os ataques entre Israel e o Hizballah estão se intensificando. Não se deixa de ouvir notícias de bombardeios israelenses contra o Líbano e de mísseis do Hizballah contra as cidades no norte de Israel. Depois de passar alguns dias por lá, perto da fronteira, e de observar a reação das pessoas, voltei com uma sensação ambígua sobre a reação delas aos confitos. Escrevi ontem no Estadão a respeito.

Tenho falado seguidamente também na RFI (tanto na redação brasileira como na redação portuguesa) e às vezes, ao vivo, na Rádio Eldorado AM. Ontem mesmo entrei nas duas rádios para falar sobre a situação daqui.

[LER & OUVIR] Para ler o texto no Estadão, aqui (apenas assinantes). Toda a editoria internacional de ontem aqui. Minha última entrada na RFI está disponível na internet aqui, junto a uma análise sobre a situação. Todas as minhas entradas na RFI aqui.
[ÁRABE] Embora a maioria da imprensa brasileira grafe “Hezbollah”, uso nos meus textos a grafia mais parecida com a pronúncia em árabe do nome do grupo. A tradução de Hizballah é “partido de Allah”.

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