Estou em muito boa companhia na minha penúltima madrugada ao telefone. Zeca Baleiro, com sua poesia do cotidiano, afiada e certeira, canta num dos meus ouvidos, oculto pelos fones do telemarketing. Penúltima madrugada de telefone. Sábado à noite vai ser a última – e tudo que é último tem um gosto especial, um sabor diferente, embora vá ser mais do mesmo.

No domingo começo a trabalhar em horário de gente, dormir como gente e comer como gente.

Anúncios