Como não tenho a memória perfeita de Irineu Funes, sei apenas que estava no México a trabalho, cobrindo a Copa do Mundo que seria vencida de forma acachapante pela Argentina de Maradona, quando recebi a notícia da morte de Jorge Luis Borges.

Talvez eu tenha lido o livro errado de Borges, tanto que nem mesmo me lembro do título. O livro ficou no Brasil, com outros muitos, encaixotados no fundo de um armário da casa da minha mãe. Mas lembro que fui ler Borges depois de já ter me apaixonado pelos livros do Gabo. Então, quando li o não-memorioso Sérgio Rodrigues hoje, fiquei com vontade de ler Ficções, que deve ser o livro certo do Borges.

“Escrever não é necessariamente algo de que se deva sentir vergonha, mas faça-o com privacidade e lave as mãos depois” (Robert Heinlein)

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